<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1"?>
<!-- generator="FeedCreator 1.7.2" -->
<rss version="2.0">
	<channel>
		<title>Joomla! powered Site</title>
		<description>Joomla! site syndication</description>
		<link>http://rodrigojacutinga.com.br</link>
		<lastBuildDate>Sat, 04 Sep 2010 16:10:17 +0100</lastBuildDate>
		<generator>FeedCreator 1.7.2</generator>
		<image>
			<url>http://rodrigojacutinga.com.br/images/M_images/joomla_rss.png</url>
			<title>Powered by Joomla!</title>
			<link>http://rodrigojacutinga.com.br</link>
			<description>Joomla! site syndication</description>
		</image>
		<item>
			<title>O beijo e o gol</title>
			<link>http://rodrigojacutinga.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=72&amp;Itemid=33</link>
			<description>



Carlos, Josimar, J&amp;uacute;lio C&amp;eacute;sar, Edinho, Branco, Elzo, Alem&amp;atilde;o, S&amp;oacute;crates, J&amp;uacute;nior, Zico e &amp;ldquo;eu&amp;rdquo;
Eu mesmo.
Era essa a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tinha em mente naquele final de 1986. Achava que jogando ao lado de Zico, o Brasil n&amp;atilde;o teria sido eliminado da Copa no M&amp;eacute;xico.S&amp;oacute; n&amp;atilde;o sabia como uma crian&amp;ccedil;a de onze anos poderia estar nessa sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas eu sonhava, era f&amp;aacute;cil sonhar quando crian&amp;ccedil;a.
Naquela &amp;eacute;poca tudo o que eu fazia era jogar bola, claro que estudava, mas n&amp;atilde;o gostava muito, s&amp;oacute; gostava mesmo era de jogar bola. 
N&amp;atilde;o era nenhum futuro craque, mas fazia meus golzinhos de vez em quando. Na minha rua pintamos dois gols, fizemos as &amp;aacute;reas, o meio campo e junt&amp;aacute;vamos a molecada para jogarmos bola, o &amp;uacute;nico problema era a rua em ladeira e quando chut&amp;aacute;vamos descida abaixo o coitado do goleiro tinha que ir buscar a bola.

</description>
			<category>News - Crônicas</category>
			<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 18:07:17 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>Notívagos </title>
			<link>http://rodrigojacutinga.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=71&amp;Itemid=27</link>
			<description>
 


I - A Morte do Dia

Aqui jaz o Dia
Enterrado no breu manchado de estrelas
Num cortejo f&amp;uacute;nebre silencioso
Deixando lembran&amp;ccedil;as para quem dorme.

Minha vida come&amp;ccedil;a agora
Sob o luto das luzes de merc&amp;uacute;rio
O som festivo dos necr&amp;oacute;filos
Sua morte, minha ressurrei&amp;ccedil;&amp;atilde;o.

E enquanto as casas v&amp;atilde;o se apagando
C&amp;atilde;es latem nos quintais
A Noite n&amp;atilde;o chora pelo Dia
Mas deixa uma ang&amp;uacute;stia obscura.

Estou sozinho na noite de ang&amp;uacute;stias
Caminhando sem rumo por v&amp;aacute;rias esquinas
Botecos, boates, malandros e prostitutas
O Dia que morreu deixou seus herdeiros.

</description>
			<category>News - Poemas</category>
			<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 18:46:47 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>O homem-bomba festivo</title>
			<link>http://rodrigojacutinga.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=70&amp;Itemid=33</link>
			<description>



- Voc&amp;ecirc; ser&amp;aacute; respons&amp;aacute;vel pelas bombas!
Ebraim olhou para todos em sua volta com um certo orgulho, pois seria dele uma das principais fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es naquela noite.
- N&amp;atilde;o tenha d&amp;oacute;, queremos muito barulho, queremos que todos saibam o que estaremos fazendo nesta cidade.
Houve um certo constrangimento, pois o mais velho do grupo queria ter o privil&amp;eacute;gio, como ele mesmo achava, de explodir tudo. Estava preparado para isso, por muito tempo esperava essa oportunidade, e durante quase meio ano estava ansioso para que o chefe lhe desse tal honra. Por&amp;eacute;m, os explosivos ficariam a cargo de Ebraim, e mesmo sendo t&amp;atilde;o jovem, todos sabiam de sua capacidade e sua fidelidade para aquele solene momento.
O chefe do grupo organizava as tarefas de cada um, tudo teria que sair conforme o planejado, caso contr&amp;aacute;rio as autoridades e a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local poderiam desconfiar de sua capacidade e dessa forma seus planos futuros poderiam estar amea&amp;ccedil;ados.

</description>
			<category>News - Crônicas</category>
			<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 18:35:33 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A Porta e a Sessão Coruja</title>
			<link>http://rodrigojacutinga.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=69&amp;Itemid=33</link>
			<description>




Na antiga sala de casa, a porta de madeira havia empenada pela chuva e pelo sol. Existiam frestas onde se podia ver do outro lado.
Eu sempre ficava at&amp;eacute; a madrugada na sala assistindo a filmes da Sess&amp;atilde;o Coruja e sempre adormecia no sof&amp;aacute;.
Lembro-me apenas que algumas sombras apareceram na janela de vidro de minha sala. Ladr&amp;otilde;es.
Amortecido pelo sono, tentava mover minhas pernas, balan&amp;ccedil;ar a cabe&amp;ccedil;a, na esperan&amp;ccedil;a de sair da sala e avisar meus pais da presen&amp;ccedil;a de assaltantes rondando a casa.
Meu corpo n&amp;atilde;o respondia a meu c&amp;eacute;rebro. Podia o assaltante disparar sua arma contra mim e eu morreria sem reagir. Num esfor&amp;ccedil;o monstruoso para mover o corpo, consigo, num solavanco, levantar-me do sof&amp;aacute; e correr em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; porta da sala. O que me importava era tranc&amp;aacute;-la para que os ladr&amp;otilde;es n&amp;atilde;o conseguissem invadir minha casa 
Pelas frestas da porta n&amp;atilde;o avistava ningu&amp;eacute;m, e esta estava aberta. Virei a chave. Mas a porta continuava aberta. Virei a chave outras vezes e o trinco n&amp;atilde;o se movia. 
Temia que os assaltantes chegassem at&amp;eacute; a porta e eu n&amp;atilde;o conseguisse segur&amp;aacute;-los. 
Talvez o trinco n&amp;atilde;o estivesse no lugar certo e a fechadura estivesse desnivelada j&amp;aacute; que a porta estava empenada.


</description>
			<category>News - Crônicas</category>
			<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 18:38:17 +0100</pubDate>
		</item>
		<item>
			<title>A criatura do lago</title>
			<link>http://rodrigojacutinga.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=68&amp;Itemid=33</link>
			<description>



- Est&amp;aacute; sabendo da criatura que anda atacando pessoas que passam pelo lago?
- N&amp;atilde;o. Que hist&amp;oacute;ria &amp;eacute; essa? Qual a bobagem dessa vez?
- Bobagem nada. Dizem que &amp;eacute; ver&amp;iacute;dico. Uma misteriosa criatura sai de dentro da &amp;aacute;gua e corre atr&amp;aacute;s das pessoas.
- Corre atr&amp;aacute;s de quem? Nunca ouvi falar nisso!
- Bem, na verdade n&amp;atilde;o corre atr&amp;aacute;s de todo mundo. Corre atr&amp;aacute;s apenas de motoboy.
- Motoboy? Mas, por que s&amp;oacute; motoboy?
- Na verdade n&amp;atilde;o &amp;eacute; todo motoboy, apenas entregadores de lanche.
- Ah! Vai me dizer que essa criatura gosta de lanche?
- N&amp;atilde;o &amp;eacute; todo lanche n&amp;atilde;o, apenas X-bacon.
- Mas que raios! Por que apenas X-bacon?
- Sei l&amp;aacute;! Vai ver a criatura e viciada em bacon.
- C&amp;ecirc; t&amp;aacute; louco! Falando essa hist&amp;oacute;ria por a&amp;iacute; vai causar p&amp;acirc;nico na cidade. Todo mundo vai ficar com medo de passar no lago.
- Estou falando apenas o que ouvi. Se &amp;eacute; verdade ou n&amp;atilde;o, eu n&amp;atilde;o sei.

</description>
			<category>News - Crônicas</category>
			<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 08:30:33 +0100</pubDate>
		</item>
	</channel>
</rss>
